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Ensino de Química
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O problema da ignorância química


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Há alguns meses fomos surpreendidos por uma matéria na revista Veja falando sobre como fazer limpeza doméstica sem química. Minha indignação maior foi pelo fato de que a revista não se preocupou em consultar alguém da área para saber se tudo aquilo fazia algum sentido.

Matérias como essa numa revista de tamanha circulação e com tanta gente que confia plenamente no que ela diz (um erro!) é que ajudam a pintar uma imagem negativa da ciência Química, reforçando a ideia de que tudo o que é químico é prejudicial. Até fiz uma postagem aqui no blog falando da minha indignação com a matéria (leia aqui).

Mas agora o professor Luis Fernando Pereira publicou na Folha de São Paulo, no caderno Fovest, uma coluna, que pode ser considerada uma boa resposta à matéria da Veja. No artigo o professor também demonstra preocupação com o problema da ignorância química e cita alguns exemplos de situações em que a Química é apontada como vilã.

Para ter acesso ao artigo eletrônico é preciso ter a senha da Folha ou do UOL. Mas é possível ler uma prévia do artigo que o professor Luis publicou em seu blog antes da versão final para a Folha de São Paulo. Clique aqui e leia o texto.

O que queremos com isso? Alertar você, professor, para o problema e pedir que continue tentando fazer com que seus alunos entendam o que é a Química, do que ela trata e como está inserida em suas vidas. Só assim poderemos dar um fim a essa ignorância bradada aos quatro ventos!








Ler artigo "O problema da ignorância química" em seu site de origem »



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Para além da Tabela Periódica


Um grupo internacional de cientistas, com participação brasileira, conseguiu a primeira evidência experimental de que núcleos atômicos compostos de antimatéria "estranha" podem ser produzidos pela colisão de íons de ouro em alta energia.


A capacidade para formar em abundância essas partículas exóticas, segundo os autores, poderá ser fundamental para por à prova aspectos fundamentais da física nuclear, da astrofísica e da cosmologia.


O experimento, realizado pela Colaboração Star ? que reúne 584 cientistas de 54 instituições em 12 países diferentes ? foi produzido no Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC, na sigla em inglês), localizado nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados nesta sexta-feira (5/3) no site da revista Science.


Os coautores brasileiros são Alejandro Szanto Toledo, Alexandre Suaide e Marcelo Munhoz ? todos eles professores do Departamento de Física Nuclear do Instituto de Física (IF) da Universidade de São Paulo (USP) ?, Jun Takahashi, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e seus orientandos de doutorado Rafael Derradi de Souza e Geraldo Vasconcelos.


De acordo com Toledo, que é diretor do IF-USP desde 2006, a participação dos cientistas paulistas na colaboração contou com diversos auxílios da FAPESP. Toledo coordena atualmente o Projeto Temático ?Reações nucleares nos regimes relativístico e astrofísico?, apoiado pela Fundação. Takahashi, atualmente na Unicamp, foi seu orientando de pós-doutorado na USP, com Bolsa da FAPESP.


Segundo Toledo, o artigo descreveu a primeira observação da formação de um anti-hipernúcleo. De acordo com ele, uma colisão de íons pesados em alta energia, como a que foi produzida no RHIC, gera uma grande quantidade de partículas. Em tese, quando a energia é superior a duas vezes a massa de determinado hádron, antipartículas desse hádron podem ser geradas, o que ocorre quando a transição de fase é atingida.


?Essas antipartículas são submetidas à coalescência ? um processo análogo à condensação ? e algumas delas podem agregar, por exemplo, dois antinêutrons e um antipróton, formando um antitrítio ? isto é, um núcleo de antimatéria correspondente ao do átomo de trítio ? o isótopo do hidrogênio que possui dois nêutrons e um próton?, disse Toledo à Agência FAPESP.


O experimento, segundo o professor, formou hádrons ? partículas formadas por quarks, como os prótons e nêutrons ? que possuem um chamado quark estranho, formando o chamado hipernúcleo. No modelo padrão da física de partículas, o quark estranho é aquele que possui o novo número quântico conhecido como ?estranheza?.


?Esse hipernúcleo formado, que é um antiestranho, é feito de antimatéria. Essa é a primeira vez em que se conseguiu uma evidência experimental de um anti-hipernúcleo. Ou seja, obtivemos um núcleo que está fora do espaço biparamétrico da tabela periódica. Trata-se, portanto, de antimatéria estranha?, explicou Toledo.


Segundo ele, já se havia obtido antiprótons e antielétrons ? ou pósitrons. Mas é a primeira vez que se obtém um anti-hipernúcleo, que é algo bem mais complexo e mais raro. ?Estamos felizes por termos um grupo de São Paulo participando do trabalho, porque trata-se de fato de uma descoberta?, destacou.
Toledo explicou que a reação foi produzida nos mais altos níveis de energia atingidos pelo RHIC. Essa região de alta densidade de energia foi formada pela colisão de dois núcleos de ouro a 200 gigaelétron-volts (GeV).


?Como se trata de um anel de colisão, a energia no centro de massa é de 200 GeV: uma quantidade de energia suficientemente grande para derreter a matéria nuclear e provocar uma transição de fase. Com isso, conseguimos passar da matéria hadrônica para a matéria conhecida como quark-glúon plasma?, explicou.


Eixo da estranheza


Esse novo estado da matéria nuclear originado da transição de fase, de acordo com Toledo, também foi observado pela primeira vez de forma conclusiva no RHIC. É esse estado que possibilitou a formação da coalescência, produzindo os anti-hipernúcleos.


?Para se ter uma ideia da eficiência do processo, basta dizer que, em 100 milhões de colisões, 70 foram observadas. Para reconhecer essas 70 colisões, foi preciso fazer um trabalho de identificação dessas partículas e de seus descendentes em um meio superpovoado com todas as partículas criadas pela colisão. Algo como encontrar uma agulha em um palheiro. O filtro necessário para detectar essas partículas teve que ser desenhado com extrema precisão?, disse.


A partir desses resultados, segundo Toledo, um dos caminhos possíveis consiste em prosseguir com os experimentos até a construção de uma nova tabela periódica. A próxima meta planejada, de acordo com ele, é a criação de um anti-hélio: uma partícula alfa de antimatéria.


?Quanto mais complexo é o antinúcleo, menor a probabilidade de coalescência. O anti-trítio é composto de três partículas. Mas se quisermos um anti-hélio, vamos precisar de quatro partículas na mesma região do espaço: dois antiprótons e dois antinêutrons. Não será fácil, mas a Colaboração Star irá enveredar por essa direção?, afirmou.


Outro caminho para as investigações, segundo Toledo, consiste em colocar à prova as leis fundamentais da física de partículas. ?Por exemplo, sabemos que a tabela periódica até recentemente possuía dois eixos: o número de prótons e o número de nêutrons. Se estendermos a tabela, podemos encontrar também o número de antiprótons e de antinêutrons no mesmo plano. Com isso, poderíamos criar um terceiro eixo na tabela, que nunca foi observado e é perpendicular aos outros dois: o eixo da estranheza?



Por Fábio de Castro






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Quem quer ser professor?




A revista Nova Escola lançou um especial com artigos e dados de uma pesquisa realizada pela Fundação Victor Civita mostrando que o jovem brasileiro não quer ser professor. O especial mostra os motivos pelos quais a profissão não atrai os jovens que estão prestes a escolher suas profissões e aponta sugestões para tornar a carreira docente mais atrativa.


Acesse:




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QUID+: Química para crianças e jovens



A SBQ acaba de lançar QUID+, um site com materiais voltados para crianças e adolescentes, no sentido de aproximá-los da Química, retratando-a de forma simples e lúdica.

O QUID+ tem um visual bem descontraído e possui artigos que mostram como a Química faz parte no nosso cotidiano.

Acesse: http://quid.sbq.org.br





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Laboratório de Pesquisas em Ensino de Química



Gostaria de indicar a vocês o site do LPEQ, Laboratório de Pesquisas em Ensino de Química da UnB. O LPEQ desenvolve um trabalho de apoio a professores de Química, estabelecendo uma conexão entre a universidade e a escola de ensino fundamental e médio.

Acessando o site você verá como pode entrar em contato com a equipe do LPEQ e solicitar ajuda na realização de experimentos e no desenvolvimento de aulas que venham a melhorar o atual quadro do ensino de Química no país.

Acesse: http://vsites.unb.br/iq/lpeq/





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Coração de mercúrio


Vejam esse sensacional experimento utilizando mercúrio, ácido sulfúrico e dicromato de potássio que o site pontociência publicou.

Reações de oxidação e redução e mudanças na tensão superficial do mercúrio promovem o movimento do metal a a aparência de um coração pulsando.

Veja o vídeo abaixo e saiba o que acontece no experimento no site pontociência. Lá você encontrará o passo-a-passo do experimento e a explicação do fenômeno.






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Zappiens: vídeos para pesquisa e ensino


 


Notícia do site Agência FAPESP:
O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou o Zappiens.br, serviço gratuito de distribuição de vídeos com conteúdo científico, educativo, artístico e cultural em língua portuguesa.


A novidade foi feita em parceria com o Arquivo Nacional, a Universidade de São Paulo (USP), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), de Portugal.


Inicialmente, os interessados encontrarão disponíveis para consulta materiais do próprio CGI.br, da USP e do Arquivo Nacional, como os Cinejornais ? noticiários transmitidos em cinemas brasileiros entre as décadas de 1930 e 1970.


O Zappiens.br oferece a oportunidade de reunir e tornar público acervos raros e exclusivos, que podem ser utilizados como fonte para estudo e pesquisa. ?Com acesso gratuito, o objetivo é disseminar cultura, informação científica e tecnológica entre diversas comunidades?, disse Henrique Faulhaber, conselheiro do CGI.br.


?O Portal Zappiens.br, ao disponibilizar os cinejornais da Agência Nacional, irá proporcionar ao cidadão a oportunidade de acessar e pesquisar na web um rico acervo de imagens em movimento, que retratam a história de nosso país?, disse Jaime Antunes da Silva, diretor-geral do Arquivo Nacional.


A iniciativa é fruto da comissão de trabalhos de conteúdos digitais do CGI.br, que identificou a necessidade da implementação de repositórios de vídeos para uso público, tanto para pesquisa como para o ensino em geral. O Zappiens.br tem um sistema de busca apurado, que funciona tanto por meio de palavras-chave como por tags, facilitando a organização dos conteúdos. Além disso, não há limite de tamanho para os arquivos de vídeo.


A ferramenta será fomentada por meio de acordos com diversas organizações. ?O Zappiens.br está aberto e em busca de novas parcerias e acordos de cooperação com instituições públicas, universidades e empresas que disponham de acervos em vídeo?, disse Faulhaber.


Mais informações: http://zappiens.br


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 No Zappiens é possível encontrar, inclusive, vídeos de conferências da SBPC.






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Quasi-cristais exóticos podem representar novo tipo de mineral


Amostra representaria a primeira ocorrência natural dessas complexas estruturas, mas alguns questionam sua origem

por John Matson

Um grupo de pesquisadores afirma ter encontrado em uma amostra mineral da Rússia o primeiro exemplo natural de um quasi-cristal, material incomum que apresenta algumas propriedades típicas de um cristal, mas exibe uma estrutura bem mais complexa. Desde que os quasi-cristais foram caracterizados há 25 anos, diversas versões têm sido criadas em laboratório, mas um exemplo natural indicaria que a natureza é mais diversa do que se pensava.


A estrutura dos quasi-cristais é formada por arranjos ordenados que têm certa simetria, mas não são periódicos ? isto é, não podem ser definidos por uma única célula unitária (como um cubo, por exemplo) que simplesmente se repetiria em três dimensões. O termo ?quasi-cristal? foi cunhado em 1984 pelos físicos Dov Levine e Paul Steinhardt, que na época trabalhavam na University of Pennsylvania, para descrever a classe de cristais quase-periódicos, logo depois de um outro grupo ter publicado evidências da observação desses materiais.

Em artigo publicado na Science, Steinhardt revelou estar procurando quasi-cristais de ocorrência natural desde o início. A descoberta poderia forçar uma redefinição de minerais para incluir os quasi-cristais.

Para localizar a amostra, Steinhardt e seus colaboradores examinaram substâncias quimicamente semelhantes aos quasi-cristais que já haviam sido sintetizados em laboratório. Essa busca os levou à katirkita, mineral que tinha sido supostamente encontrado nos montes Koriak na Rússia. Uma amostra da Universidade de Florença, na Itália, contendo katirkita, também tinha grânulos de uma liga de alumínio, cobre e ferro que apresentava as características de um quasi-cristal.

Mas a origem desses supostos minerais é motivo de controvérsia entre os petrólogos, cientistas que estudam a estrutura e a formação das rochas. Ligas de alumínio não são facilmente formadas por processos naturais, pois o elemento reage prontamente com oxigênio.

A possibilidade de que o quasi-cristal e os materiais relacionados a ele, incluindo a katirkita, ?tenham sido fabricados pelo homem precisa ser avaliada cuidadosamente antes de serem aceitos incontestavelmente como minerais?, verifica Eric Essene, professor emérito de ciências geológicas na University of Michigan em Ann Arbor. ?A hipótese de eles serem materiais sintéticos, e não minerais naturais, ainda não foi considerada adequadamente.? A redução eletrolítica de alumínio é um dos processos humanos que podem produzir essa substância.

Os autores admitem que resolver a questão da formação geológica do quasi-cristal ?é ainda um desafio sério e fascinante?, mas destacam que o arranjo complexo e variado de minerais presentes na amostra aponta para uma origem natural. No entanto, Essene lembra que, com o uso de altas temperaturas e pressões, os ceramistas e petrólogos experimentais ?não têm nenhuma dificuldade em produzir arranjos complexos? de materiais sintéticos em laboratório.

Steinhardt diz que ele e seus colaboradores ainda não descartam os vários processos que poderiam ter formado a amostra. ?Como ocorre comumente no caso dos minerais, é muito mais fácil identificá-los e caracterizá-los do que explicar como foram formados?, afirma. ?Mas estamos nos dedicando bastante ao assunto, pois pode ser interessante tanto para a geologia como para a ciência dos materiais.?

Ron Frost, petrólogo da University of Wyoming, diz que a maneira como os grânulos de quasi-cristal foram formados é uma questão em aberto. Mas ele observa que serpentinitas como aquelas encontradas associadas à katirkita são ?rochas esquisitas? que freqüentemente abrigam minerais igualmente estranhos, muitos dos quais não existem em nenhum outro lugar. ?Não vejo nada aqui que me faça dizer ?Isso é impossível!??, diz Frost, ?e eu já vi coisas estranhas o suficiente nas serpentinitas para aceitar este como apenas mais um exemplo?.

Matéria original: Scientifc American Brasil




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Palavras Cruzadas de Química






O professor Emiliano Chemello lançou recentemente no seu site mais um material interessante: Palavras Cruzadas. Este jogo deve ser utilizado para ajudar o aluno a se familiarizar com os termos e a linguagem da Química.



Ao entrar na página com as Palavras Cruzadas, você encontrará duas opções de utilização: um arquivo em pdf para impressão e um link para o jogo em flash, no qual é possível a utilização do jogo online. Também é disponibilizado um arquivo em pdf com as respostas de cada jogo.



Clique aqui para acessar a página.





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Ciência na Tela: experimentos no retroprojetor






Ciência na Tela: experimentos no retroprojetor





Autores: Alfredo Luis Mateus, Débora d´Ávila Reis e Helder de Figueiredo e Paula



Editora: UFMG



Informações: É um livro publicado pela Editora UFMG em parceria com o pontociência. Os experimentos reunidos neste livro foram divididos nas três ciências naturais que compõem a maior parte do currículo de ciências na educação básica: química, biologia e física. Eles trazem exemplos de diferentes modos de projetar experimentos por meio de um retroprojetor. A partir desses exemplos, esperamos contribuir para que você desenvolva sua criatividade e crie suas próprias estratégias para realizar atividades com seus estudantes em sala de aula.



Clique aqui para acessar o material suplementar, como vídeos e arquivos que você pode usar nos experimentos.



Agradeço a Alfredo Luis Mateus pela gentileza em me enviar o livro.







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Carbópolis: abordagem química de temas ambientais






Sei que muita gente já conhece o software Carbópolis, mas é sempre bom divulgar boas ideias para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade também possam ter acesso.



O Carbópolis "é um programa de computador sobre poluição ambiental desenvolvido para alunos e professores dos diferentes níveis de ensino. O programa utiliza uma estratégia de solução de problemas e motivos lúdicos para abordar alguns conceitos da Química e do Meio Ambiente, relacionados à poluição do ar e à chuva ácida" (Site). O software é distribuído gratuitamente e o download pode ser feito no site do programa: http://www.iq.ufrgs.br/aeq/carbop. Entre no site, escolha o idioma e clique em DOWNLOAD na barra lateral esquerda. Em seguida abrirá uma página com os links para o download do programa e do banco de dados e com as instruções de instalação.



Façam bom uso desse excelente programa! Se você já o utiliza, deixe um comentário aqui para que possamos conhecer sua experiência com o software.









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Os botões de Napoleão






Os botões de Napoleão: as 17 moléculas que mudaram a história





Autores: Penny Le Courteur e Jay Burreson



Editora: Jorge Zahar



Sinopse: Será que podemos explicar o fracasso da campanha de Napoleão na Rússia, em 1812, por algo tão insignificante quanto um botão? Quando exposto a temperaturas baixas, o estanho se esfarela, e todas as fardas dos regimentos de Napoleão eram fechadas com botões feitos desse material. Com estilo cativante, temperado com diversas histórias curiosas, a professora de química Penny Le Couteur e o químico industrial Jay Burreson fazem uma fascinante análise de 17 grupos de moléculas que, como o estanho daqueles botões, influenciaram o curso da história. Essas moléculas produziram grandes feitos na engenharia e provocaram importantes avanços na medicina e no direito. Além disso, determinaram o que hoje comemos, bebemos e vestimos. Ao revelar as espantosas conexões químicas que unem eventos aparentemente não relacionados, os autores esclarecem que:

  • Por causa da química, a colônia Nova Amsterdã tornou-se Nova York.

  • Um contratempo na limpeza da cozinha com um avental de algodão resultou no desenvolvimento dos explosivos modernos e da indústria cinematográfica.

  • A ânsia dos europeus pela cafeína, um alcalóide que vicia, levou à Revolução Chinesa.

  • Foi um laboratório químico que, em busca de um analgésico potente, criou a heroína. 



Agradeço à Editora Jorge Zahar pela gentileza em me enviar o livro.







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Formação em serviço de professores de Química


Gente, saiu meu artigo na Revista Investigações em Ensino de Ciências, volume 14, número 3 de 2009, com o título "Formação em serviço de professores de Química: a história de Marina". Este é mais um texto oriundo da minha dissertação de mestrado e espero que vocês leiam, gostem e o utilizem.



Acessem o artigo no site da revista ou façam o download do artigo em pdf aqui.





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Construindo um globo de neve




Em clima de Natal, o pontociência traz um experimento muito interessante em que um globo de neve é feito usando ácido benzóico.



Ok, ok, no Brasil não tem neve no Natal (nem em outra época! rsrs), mas acabamos por incorporar essa parte da cultura norte-americana e o que vemos nessa época são árvores enfeitadas com imitações de neve e todo tipo de coisa relacionada ao inverno. Aqui na minha cidade, que faz 45º brincando, as árvores da praça principal foram enfeitadas com aquela fibra de poliester usada em enchimentos de almofadas!



Enfim, nevando ou não por aqui, o experimento é bem legal para se falar sobre solubilidade!



Como você já sabe, no site pontociência os experimentos são descritos passo-a-passo e, no final, é apresentado um vídeo com o resultado. Veja o vídeo abaixo com a primeira parte do experimento e acesse o passo-a-passo e o segundo vídeo aqui.









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Para a ciência, filme 2012 não passa de comédia


Na história, neutrinos derretem o núcleo terrestre e provocam outros desastres



por Philip Yam





Durante uma sessão de preestreia do mais novo filme de desastre do diretor Roland Emmerich, 2012, risadas ecoaram pela plateia em algumas cenas, graças a diálogos melodramáticos e situações sentimentaloides (entre as que mais provocaram gargalhadas está a de um pai que tenta se reaproximar, por telefone, de um filho distante, mas, antes mesmo que conseguisse dizer alguma coisa, a casa de seu filho é destruída).



Ninguém leva nada a sério em um filme como esse, em que o atrativo é a destruição por computação digital. Porém, se o público fosse composto por cientistas, os risos provavelmente teriam começado já nos primeiros cinco minutos.



Caso ainda não tenha ouvido falar, 21 de dezembro de 2012 é, supostamente, o dia em que o calendário Maia acaba (na verdade, não é) e isso, portanto, marca de alguma forma o fim da civilização tal qual a conhecemos ? não obstante o fato de a civilização maia ter chegado ao fim séculos atrás (a Nasa tem um ótimo site de perguntas e respostas que desmascara esses contrassensos apocalípticos para 2012).



Ainda bem que o filme 2012 não se detém em antigas previsões. Pelo contrário, leva-nos diretamente para a - vamos dizer assim - ciência.



A premissa: o ciclo de atividade solar, com duração de 11 anos, atingirá seu pico em 2012 (uma análise recente, conduzida pela Administração Oceânico-atmosférica Nacional, determinou que esse pico irá ocorrer em maio de 2013 e será menos intenso que o anterior). Por alguma razão, os neutrinos provenientes do Sol começam a se comportar de maneira diferente: passam a interagir mais frequentemente com a matéria, em vez de atravessá-la inofensivamente. Era fácil para os produtores de 2012 terem inventado partículas totalmente novas para essa função ? e as chamado de ?bambinos?, digamos ?, mas talvez isso fosse uma bobagem muito grande.



Na película, os ?neutrinos? aquecem o núcleo interno da Terra, derretendo-o. Isso, por sua vez, desestabiliza as camadas mais exteriores (núcleo externo e manto), fazendo com que a crosta se dobre, erga e se desloque por milhares de quilômetros.



Como resultado, arranha-céus tombam, pontes se esfacelam e pistas de aeroportos racham (sempre em direção à decolagem). Pessoas gritam, cãezinhos se salvam, heróis escapam, vilões tentam, mas morrem, e os coadjuvantes encaram seu fim (meu favorito: Danny Glover, famoso por representar um resignado policial em Máquina Mortífera, interpreta o presidente dos EUA, que decide ser trucidado junto com a Casa Branca ? e parece estar na iminência de dizer: ?Mas faltavam somente dois dias para minha aposentadoria?).



Se os neutrinos se comportassem da maneira pregada pelo filme, então não haveria muito que filmar. Partículas que conseguem aquecer o maciço núcleo interno a milhares de graus torrariam a superfície terrestre antes mesmo que Woody Harrelson tivesse a chance de roubar todas as cenas em que contracenou. O núcleo interno está sob uma pressão de 350 gigapascals (3 milhões de atmosferas), por isso é sólido. Desconhece-se a exata temperatura necessária para que o núcleo se liquefaça sob essa pressão.



Isso não quer dizer que a hiperatividade solar não traga danos. A intensa atividade do Sol pode alterar a órbita dos satélites e interromper sua comunicação; em 1989, isto provocou um blecaute geral ao redor de Quebec.



Por outro lado, os neutrinos podem não ser tão inofensivos. Em 1996, o físico Juan Collar, atualmente na Univesity of Chicago, teorizou que a morte de certos tipos de estrelas poderia gerar muitos neutrinos com grande quantidade de energia, de forma que essas partículas interagiriam com átomos presentes nos tecidos orgânicos, levando a mortes em massa por câncer. Segundo Collar, a frequência com que ocorrem essas mortes estelares ? supostamente, muito raras ? é consistente com extinções maciças na história da Terra.



Infelizmente, a morte da civilização provocada por formação de tumores provavelmente não cairia muito bem na telona. E todos os cãezinhos também morreriam.




Matéria original: Scientifc American Brasil





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QNEsc novembro de 2009


QNEsc vol. 31, nº 4 - Novembro/2009



  • Articulação de conceitos químicos em um contexto ambiental por meio do estudo do ciclo de vida de produtos

  • A leitura dos estudantes do curso de Licenciatura em Química: analisando o caso do curso a distância

  • Processos endotérmicos e exotérmicos: uma visão atômico-molecular

  • A história da síntese de elementos transurânicos e extensão da Tabela Periódica numa perspectiva fleckiana

  • Uma família de químicos unindo Brasil e Portugal: Domingos Vandelli, José Bonifácio de Andrada e Silva e Alexandre Vandelli

  • O estudo do processo digestivo como estratégia para construção de conceitos fundamentais em Ciências

  • Uso de um digestor anaeróbico construído com materiais alternativos para contextualização do ensino de Química

  • Ensinando a Química do Efeito Estufa no Ensino Médio: possibilidades e limites

  • Estrutura atômica e formação dos íons: uma análise das ideias dos alunos do 3º ano do Ensino Médio

  • pH do solo: determinação com indicadores ácido-base no Ensino Médio





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Tabela Periódica no seu celular






Coloque uma Tabela Periódica interativa no seu celular. A Periodic Table é muito fácil de instalar e de usar.



Após instalado, abra o aplicativo e use as teclas de navegação do seu celular para escolher o elemento químico. Aperte a tecla de comando ABRIR do seu celular (cada celular tem uma tecla específica para isso) e visualize várias informações sobre o elemento escolhido.



É muito interessante e prática e o download do aplicativo é gratuito.







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Fotografada a verdadeira forma dos átomos




Nova técnica produz imagens de orbitais de elétrons de átomos individuais

por Davide Castelvecchi



Os livros de química normalmente incluem ilustrações de átomos, mas com ressalvas. Os desenhos mostram núcleos atômicos rodeados por orbitais de elétrons ? esferas com contornos indistintos, halteres, tripés, e assim por diante. No entanto, essas figuras representam a probabilidade de se encontrar um elétron em determinado ponto ao redor do núcleo e não uma verdadeira ?forma?. Agora, pela primeira vez, pesquisadores conseguiram uma imagem dos orbitais de um elétron e mostram que, de certa forma, os átomos, na verdade, se parecem com as imagens dos livros didáticos.



Foram Igor Mikhailovskij e colaboradores do Instituto Kharkov de Física e Tecnologia, na Ucrânia, que conseguiram obter as imagens das formas dos orbitais em átomos de carbono ao aperfeiçoarem uma antiga técnica de imageamento, chamada microscopia de emissão de campo.



Os pesquisadores criaram uma cadeia de átomos de carbono, penduraram-na em uma ponta de grafite, e então a colocaram em frente a uma tela de detecção. Quando aplicaram um campo elétrico de milhares de volts entre o grafite e a tela, elétrons fluíram um por um do grafite através da cadeia de carbono até o campo elétrico tê-los puxado para fora do último átomo da cadeia. A partir dos pontos onde os elétrons pararam na tela os investigadores puderam rastrear os pontos de onde deixaram seus orbitais no último átomo. As partes mais ?densas? das nuvens de probabilidade têm uma chance maior de emitirem um elétron, e a informação de vários elétrons combinados formou uma imagem das nuvens. ?Temos, na verdade, uma imagem de átomos individuais?, observa Mikhailovskij.



As imagens parecem com as dos livros, embora apareçam apenas os orbitais mais externos, o que encobre os orbitais internos e os núcleos. Ao alterar a intensidade da corrente, a equipe conseguiu mudar a energia do último elétron mais externo do átomo de um baixo nível para alto. Como prediz a teoria, a forma do orbital mudou de esférica para de haltere. O grupo também observou elétrons mudando espontaneamente de um estado para outro ? segundo Mikhailovskij, por motivos ainda não esclarecidos ? e formas estranhas que podem ser resultado da presença de impurezas, na forma de outros átomos como o hidrogênio. Os resultados se encontram na edição de outubro da Physical Review B.



Cientistas já haviam obtido imagens de átomos individuais utilizando ferramentas como microscópios eletrônicos de transmissão (que emitem elétrons através de um objeto e medem como se desviam) ou microscópios de tunelamento (que ?sentem? a forma de uma amostra com uma ponta microscópica). Os átomos, entretanto, apareciam geralmente como pouco mais que manchas. A microscopia de emissão de campo, por outro lado, isola o elétron do próprio objeto que está sendo observado. De acordo com Alex Zettl, da University of California, em Berkeley, essa diferença pode significar uma chance menor de distorções e má interpretação do sinal. ?É como ouvir a palavra dita diretamente pelo orador original e não por meio de um tradutor ou intérprete.?



Além de confirmar as concepções artísticas dos livros didáticos, a técnica pode esclarecer as propriedades de cadeias de átomos de carbono que são ainda quase completamente desconhecidas. Físicos suspeitam que possam ser excelentes condutoras, mecanicamente fortes e úteis no futuro em computadores em escala atômica.







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Átomo: A ilusão da realidade


Dando continuidade aos vídeos do documentário Átomo, agora temos a terceira parte: A ilusão da realidade.



Dica: Faça logo o download antes que retirem do Youtube! Utilizem o Any Video Converter ou o VDownload.

































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Átomo: A chave para o cosmos


Dando continuidade aos vídeos do documentário Átomo, agora temos a segunda parte: A chave para o cosmos.



Dica: Faça logo o download antes que retirem do Youtube! Utilizem o Any Video Converter ou o VDownload.





































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Átomo: Choque de titãs


Vou começar neste post uma série com vídeos do documentário Átomo, da BBC. Vi esta valiosa dica no blog Átomo e Meio e não poderia deixar de colocar aqui para vocês, leitores do Ensino de Química.



O documentário possui três partes e, no Youtube, cada parte está dividida em seis vídeos.



Abaixo estão os vídeos da parte 1, Choque de titãs.



Dica: Faça logo o download antes que retirem do Youtube! Utilizem o Any Video Converter ou o VDownloader.































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