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Você sabia que a medida da densidade mineral óssea é melhor preditora de fraturas que a pressão arterial em relação aos acidentes vasculares cerebrais? Ainda existe uma grande dúvida em relação a custo-efetividade ao se tratar pacientes com osteopenia. Eles funcionam como pré-hipertensos, pacientes com glicemia de jejum alterada (”pré-diabéticos”) ou pacientes com AIT.

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Trials com raloxifeno e alendronato mostraram um redução do risco de fraturas em torno de 50% especialmente em osteopênicos. Estes resultados não foram confirmados por outros estudos e sozinhos não indicam o início de terapia farmacológica, pois, por exemplo: uma paciente menopausada de 55 anos, com um T score de -1.5 e sem fatores de risco (tabagismo, uso de corticóides, artrite reumatóide…) tem um risco de fratura de apenas 8% em 10 anos. Ao reduzir este risco para 4%, o benefício acaba sendo muito pequeno.

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Assim como em cardiologia, onde os pacientes têm o seu risco cardiovascular medido, podemos calcular os risco de fraturas em 10 anos nos pacientes com osteopenia e, assim, indicar tratamento àqueles com maior risco. Segue abaixo o link com uma calculadora online e as referências.

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1 kilogram = 2.20462262 pounds
1 centimeter = 0.393700787 inches

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N ENGL J MED 356;22 MAY 31, 2007

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Risco de fraturas e osteopenia


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